ATENDIMENTO ESPECIALIZADO

RENOVARE PACIENTES

A PRIMEIRA CONSULTA
Como funciona a primeira consulta?
PERGUNTAS FREQUENTES
Algumas respostas que podem lhe auxiliar.
PSICOTERAPIA PARA ADULTOS
Psicoterapia nas abordagens Cognitivo-Comportamentais para adultos.
TERAPIA INFANTIL
Acompanhamento psicológico especializado para crianças.
ASSESSORIA PARA PAIS
Acompanhamento para pais.
PSICOTERAPIA PARA ADOLESCENTES
Acompanhamento psicológico para adolescentes.
TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL
Terapia Cognitivo-Comportamental - TCC
TERAPIA DO ESQUEMA
Uma das modalidades de atendimento oferecida pelo RENOVARE.
TERAPIA DA ACEITAÇÃO E COMPROMISSO
Terapia da Aceitação e Compromisso - ACT. Uma das modalidades de atendimento do RENOVARE.
TERAPIA COMPORTAMENTAL DIALÉTICA
Terapia Comportamental Dialética - DBT no formato individual.
AUTISMO
Acompanhamento as famílias e pacientes com autismo.
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A PRIMEIRA CONSULTA

No primeiro momento, é como conhecer qualquer pessoa! Então fique tranquilo, a psicóloga se apresentará  e provavelmente te perguntará qual o motivo de você ter vindo aqui! E tudo bem se você não souber a resposta. Podemos descobrir isso juntos! Você pode decidir o que quer falar. Pode ser algo que aconteceu ou como você está se sentindo ultimamente. Fique tranquilo, relaxe e diga o que sentir vontade. Com o tempo a relação entre paciente e psicóloga vai ficando mais forte e você se sentirá muito tranquilo ao conversar!

Essa primeira consulta é um contato inicial, no qual conversamos sobre a procura por atendimento psicológico, quais as suas necessidades e será explicado sobre o tipo de tratamento que será realizado. Feito isso, você decidirá se fará o tratamento psicológico. 

Caso você tenha algum exame, laudo ou encaminhamento de outro profissional seria interessante trazer neste dia.

A consulta pode ser marcada por telefone, WhatsApp ou e-mail com uma das psicólogas do RENOVARE, para conhecê-las clique aqui, os nossos contatos você encontra aqui. O valor da consulta é fixo e pode ser solicitado diretamente as Psicólogas.

perguntaS FREQUENTES

 

EM QUAIS CASOS A PSICOTERAPIA PODE AJUDAR?

Além dos casos clínicos clássicos como ansiedade, depressão, síndrome do pânico etc. Você pode contar com atendimentos psicológicos quando:

  • Sentir-se deprimido;

  • Quiser desenvolver habilidades sociais como falar em público e iniciar amizades;

  • Alterações bruscas de humor - um dia muito bem, mas no outro se sente péssimo;

  • Depressão pós-parto;

  • Dificuldades em lidar com separação e/ou relacionamentos;

  • Dificuldade em tomar decisão;

  • Necessidade em repetir atos sem sentido, como verificar as portas muitas e muitas vezes, lavar as mãos de maneira compulsório etc.

  • Medos (de animais, avião, pessoas e situações diversas);

  • Passar mal sem causa orgânica, ou seja, foi ao médico e ele não encontrou nada que justifique;

  • Superar a timidez;

  • Ciúmes excessivo;

  • Dificuldade em lidar com pessoas difíceis como chefes, pais, irmãos, colegas de trabalho ou escola etc;

  • Pensamentos repetitivos e angustiantes;

  • Distração excessiva a ponto de perder aulas, não encontrar seus objetos, perder compromissos etc.

 

COMO SABER SE EU PRECISO FAZER TERAPIA?

  • Algumas pessoas se motivam a procurar a psicoterapia mesmo sem identificar um problema especifico. Nesses casos, a vontade e o interesse em iniciar o processo já podem ser considerados motivos suficientes para marcar uma primeira entrevista. No primeiro encontro, ao refletir sobre o seu dia a dia, sua história de vida e os seus projetos, o terapeuta compartilha com a pessoa como a psicoterapia pode ajudá-la e promove uma reflexão sobre as principais questões que podem ser trabalhadas.

  • Outras pessoas que enfrentam crises mais agudas, seja de ansiedade, angústia, depressão, pânico e transtorno bipolar, entre outras, buscam a psicoterapia porque vem enfrentando um sofrimento intenso que compromete a possibilidade de exercer as atividades do dia a dia. Nesses casos, a psicoterapia é indicada e o objetivo do processo é diminuir a intensidade, para que se possa refletir sobre o significado dessa crise e promover as mudanças necessárias.

  • Existem também pessoas que procuram a psicoterapia quando começam a perceber que algumas situações se repetem em suas vidas. Muitas vezes, as pessoas podem fazer escolhas e se comportar dentro de um mesmo padrão sem que percebam. O objetivo da psicoterapia, nesse contexto, é ajudar a pessoa a ter clareza das suas necessidades e desenvolver recursos para quebrar os padrões que vem causando sofrimento.

 

COMO SABER SE MEU FILHO(A) PRECISA DE PSICOTERAPIA?

  • A criança tenta reagir quando enfrenta uma situação de maneira recorrente que lhe causa sofrimento. Essa reação pode ser expressa por um sentimento de medo excessivo de ficar sozinha, de um animal e de um lugar, entre outros. Reações possíveis também são o isolamento e a timidez.

  • Ou o contrário, um comportamento muito agitado, dificuldade de se concentrar e se entreter nas brincadeiras e atividades. Atrasos no desenvolvimento da fala ou dificuldade em acompanhar o conteúdo escolar também podem representar uma forma de a criança expressar que algo está atrapalhando o seu processo de desenvolvimento.

  • A psicoterapia na infância é importante porque não só ajuda a criança a sair da situação que lhe causa sofrimento como também possibilita que ela retome o seu processo de desenvolvimento saudável, além de poder prevenir possíveis psicopatologias na vida adulta.

 

COMO ESCOLHER O PSICOTERAPEUTA?

  • Existem diferentes possibilidades para escolher o profissional mais adequado para você. Muitas pessoas recorrem a indicações de médicos, de amigos e familiares que fazem terapia (o psicólogo dessas pessoas pode indicar um colega) ou da escola (no caso da psicoterapia infantil).

  • Mesmo que a indicação venha de uma pessoa de confiança é fundamental que você se sinta a vontade e compreendido pelo psicólogo em um primeiro contato.

  • Muitas pessoas também gostam de pesquisar sobre o psicólogo para entender melhor sobre a sua abordagem e o seu modo de trabalhar. Essa pesquisa é interessante porque pode lhe ajudar a escolher um psicólogo com quem você se identifique.

 

QUANTO TEMPO COSTUMA DURAR O PROCESSO DE PSICOTERAPIA?

  • É difícil precisar o tempo do processo terapêutico porque cada pessoa apresenta uma necessidade única e singular.

  • De modo geral, a psicoterapia de crianças costuma ser mais curta do que a de adultos (desde que os pais estejam engajados no processo e aceitem realizar as mudanças necessárias) porque o trabalho com crianças pode ser considerado um trabalho preventivo (a intenção é ajudar a criança a se desenvolver de maneira saudável e evitar psicopatologias na vida adulta).

 

DECIDI FAZER TERAPIA, QUAL O PRIMEIRO PASSO?

  • No caso da psicoterapia de adultos, o primeiro passo é marcar a primeira entrevista. Esse primeiro encontro serve para você conhecer o terapeuta, perceber se você se sente a vontade e se identifica com ele (a). Na entrevista, o psicólogo vai ouvir o motivo do seu interesse pela terapia e as suas expectativas. Ele (a) também irá lhe fazer perguntas sobre o seu dia a dia e a sua história de vida, para que, ao final desse primeiro encontro, seja possível lhe dar uma devolutiva. Ou seja, o psicólogo vai te explicar como e no que a psicoterapia pode te ajudar. Na entrevista, também são combinados  a forma de pagamento, frequência das sessões, férias e como proceder no caso de faltas.

  • Na psicoterapia de crianças, geralmente o psicólogo marca a primeira entrevista com os pais para ouvir a compreensão deles sobre o comportamento que a criança vem apresentando. Também é importante coletar informações sobre o desenvolvimento e a história de vida da criança. Nesses primeiros encontros, são combinados a forma de pagamento, as férias e com que frequência o psicólogo irá se encontrar com os pais para compartilhar a sua compreensão sobre o processo da criança e orientá-los sobre novas formas de se relacionar com ela. Em geral, quanto mais nova a criança, mais frequente são as sessões com os pais.

  • Na psicoterapia de adolescentes, a entrevista inicial é realizada com os pais e, em seguida, com o adolescente, quando a demanda vem dos pais ou da escola, para que ele possa se apropriar da sua decisão de iniciar o processo de terapia. No caso de a busca partir do adolescente, a primeira entrevista é com o mesmo. Com adolescentes, as sessões de orientação com os pais são marcadas por motivos específicos e não tem uma frequência pré-estabelecida, sendo essas combinadas com o adolescente.

 

QUAL A IDADE MÍNIMA PARA UMA CRIANÇA FAZER TERAPIA? E COMO É O PROCESSO DE TERAPIA COM CRIANÇAS PEQUENAS?

  • Não existe uma idade mínima para uma criança fazer terapia, o que muda, de acordo com a idade e o tipo de queixa, é a forma do psicólogo trabalhar. Cada psicólogo tem um estilo próprio de trabalhar com crianças pequenas.

  • Quando a criança tem menos de 3 anos, eu costumo fazer as primeiras entrevistas com os pais e, dependendo da compreensão sobre o processo da criança, pode-se seguir caminhos distintos.

  • Com crianças pequenas, muitas vezes, o processo se concentra em encontros com os pais. As mudanças que os pais fazem na relação com a criança a ajuda a mudar o seu comportamento e retomar seu processo de desenvolvimento saudável.

COMO FUNCIONA OS VALORES QUE O PSICÓLOGO COBRA?

O valor  varia muito de profissional para profissional. Geralmente o valor é cobrado pelo conhecimento que a pessoa acumulou, tempo de experiência, cursos que fez, formações realizadas, etc.

No contato para possivelmente agendar a primeira consulta é informado os valores, e caso você não possa pagar aquele profissional, peça a ele uma indicação de um outro profissional que atenda por um valor mais baixo. Mas não esqueça da qualidade.

 

PSICOTERAPIA PARA ADULTOS

O que é Psicoterapia?

A psicoterapia é prática do psicólogo por se constituir, técnica e conceitualmente, um processo científico de compreensão, análise e intervenção que se realiza através da aplicação sistematizada e controlada de métodos e técnicas psicológicas reconhecidos pela ciência, pela prática e pela ética profissional, promovendo a saúde mental e propiciando condições para o enfrentamento de conflitos e/ou transtornos psíquicos de indivíduos ou grupos. (Conselho Federal de Psicologia, Resolução   Nº 010/00 de 20 de dezembro de 2000)

A Psicoterapia é o atendimento realizado por um psicólogo com formação em psicologia clínica, com a finalidade de superar dificuldades emocionais, comportamentais ou cognitivas.

O que é Terapia Cognitivo-Comportamental?

A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) vem sendo amplamente divulgada, no meio científico brasileiro e internacional, como proposta de compreensão e intervenção psicológica baseada em construtos teóricos válidos e testáveis através de rigorosos métodos de avaliação e de complexos desenhos de pesquisa .  A substituição de cognições disfuncionais por pensamentos mais flexíveis e pautados na interação entre indivíduo e seu ambiente é o objetivo deste processo psicoterápico.

 

Trata-se de uma nova abordagem psicoterápica, em grande desenvolvimento nos últimos 20 anos, que busca integrar as novas descobertas sobre o funcionamento da mente na aplicação ética das técnicas psicológicas reconhecidos pela ciência, com a finalidade de promover a saúde mental e proporcionar condições para o enfrentamento de conflitos e/ou transtornos psíquicos dos indivíduos.

Características da Terapia Cognitivo- Comportamental

Postura ativa: na relação e no processo  terapêutico.

 

Diretiva: o processo é inicialmente orientado para os problemas do presente.

 

Educativa: discute-se com o paciente sobre o modelo cognitivo-comportamental de psicoterapia

 

Estruturada: a psicoterapia tem uma sequência de sessões previamente estabelecidas, a TCC constrói um planejamento terapêutico personalizado, mas que se baseia nos achados de pesquisas que demonstraram tratamentos eficazes para as queixas do paciente.

 

De prazo limitado: os objetivos da psicoterapia são priorizados através de acordo entre terapeuta–paciente. Sendo uma vez tratados, novos objetivos podem ser ou não estipulados.

 

Tarefas de casa: são utilizadas atividades complementares à consulta que visem aumentar a efetividade e a generalização dos efeitos da psicoterapia. Através deste recurso, a psicoterapia permanece mais tempo na vida do paciente e este se sente também mais envolvido com a resolução de seus problemas.

 

Utilização de estratégias cognitivas e/ou comportamentais: durante o processo psicoterapêutico, são utilizadas estratégias advindas da Terapia Comportamental e da Terapia Cognitiva que demonstraram eficácia no tratamento dos problemas apresentados pelo paciente.

TERAPIA INFANTIL

 

O que é?

A Terapia  Cognitivo- Comportamental com crianças tem como base a criação de linguagens ) para acessar o funcionamento cognitivo da criança e adolescente. Este tratamento com crianças busca também a intervenção com os pais,  O  foco das intervenções em TCC com crianças e adolescentes, além de centrar na ativação e entendimento das emoções - as quais as crianças têm dificuldade de diferenciar dos pensamentos -, também deve trabalhar em termos de pensamentos "que ajudam e não ajudam", emoções agradáveis e desagradáveis.

Qual o objetivo da terapia com as crianças?

 

A Terapia Cognitivo-Comportamental com crianças busca atingir a flexibilidade e ressignificação dos modos disfuncionais de processamento da informação, uma vez que se postula que os indivíduos não sofrem pelos fatos e situações em si, mas pelas interpretações distorcidas e rígidas que fazem dos mesmos. Já é possível encontrar na literatura evidências científicas de que essa modalidade de tratamento é eficaz para um grande número de patologias psiquiátricas e demandas psicológicas.

Quais as principais técnicas utilizadas na Terapia Infantil?

- Técnicas para identificação de pensamentos e sentimentos;

- Psicoeducação;

- Solução de problemas;

- Habilidades Sociais;

- Técnicas Cognitivas;

- Técnicas Comportamentais;

- Treinamento de Pais.

 

ASSESSORIA PARA PAIS

Quais os objetivos da assessoria para pais?

- Aumentar as habilidades sociais da criança e promover o uso de estratégias de autocontrole;

- Aumentar a consciência emocional (seus sentimentos e dos outros);

- Intervir nos comportamentos que trazem prejuízos para a criança;

- Aumentar a autoestima e a autoconfiança da criança.

- Aumentar a autoconfiança e melhorar a habilidade dos pais em resolução de problemas;

- Estabelecer padrões de interação familiar positivos e afetivos;

- Empregar adequadamente técnicas comportamentais específicas para a educação dos filhos;

- Conhecer e intervir no funcionamento cognitivo e emocional dos pais que dificultam a relação   parental.

 

Quem pode solicitar a assessoria?

Qualquer família que deseje ter acesso aos principais e mais modernos recursos da Psicologia Cognitivo-Comportamental para melhorar as relações familiares.

 

Quando é o momento de procurar a assessoria?

A qualquer momento é possível procurar. No nascimento da criança para auxiliar os pais a lidar com os primeiros momentos com o bebê, e em outra fase que os pais sintam dificuldades de interagir com a criança ou em algum momento que os pais desejem ter mais conhecimento sobre o relacionamento parental.

 

TERAPIA cognitivo-comportamental - tcc

A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) vem sendo amplamente divulgada, no meio científico brasileiro e internacional, como proposta de compreensão e intervenção psicológica baseada em construtos teóricos válidos e testáveis através de rigorosos métodos de avaliação e de complexos desenhos de pesquisa .  A substituição de cognições disfuncionais por pensamentos mais flexíveis e pautados na interação entre indivíduo e seu ambiente é o objetivo deste processo psicoterápico.

 

Trata-se de uma nova abordagem psicoterápica, em grande desenvolvimento nos últimos 20 anos, que busca integrar as novas descobertas sobre o funcionamento da mente na aplicação ética das técnicas psicológicas reconhecidos pela ciência, com a finalidade de promover a saúde mental e proporcionar condições para o enfrentamento de conflitos e/ou transtornos.

PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS:

Postura ativa: na relação e no processo  terapêutico.

 

Diretiva: o processo é inicialmente orientado para os problemas do presente.

 

Educativa: discute-se com o paciente sobre o modelo cognitivo-comportamental de psicoterapia

 

Estruturada: a psicoterapia tem uma sequência de sessões previamente estabelecidas, a TCC constrói um planejamento terapêutico personalizado, mas que se baseia nos achados de pesquisas que demonstraram tratamentos eficazes para as queixas do paciente.

 

De prazo limitado: os objetivos da psicoterapia são priorizados através de acordo entre terapeuta–paciente. Sendo uma vez tratados, novos objetivos podem ser ou não estipulados.

 

Tarefas de casa: são utilizadas atividades complementares à consulta que visem aumentar a efetividade e a generalização dos efeitos da psicoterapia. Através deste recurso, a psicoterapia permanece mais tempo na vida do paciente e este se sente também mais envolvido com a resolução de seus problemas.

 

Utilização de estratégias cognitivas e/ou comportamentais: durante o processo psicoterapêutico, são utilizadas estratégias advindas da Terapia Comportamental (Behaviorismo Radical) e da Terapia Cognitiva que demonstraram eficácia no tratamento dos problemas apresentados pelo paciente.

 

TERAPIA DO ESQUEMA

A terapia do esquema é uma psicoterapia cognitiva integrativa desenvolvida por Young que ampliou os conceitos e tratamentos cognitivo-comportamentais tradicionais.

Tal proposta abrange alguns elementos advindos da teoria do apego, gestalt e psicanálise e propôs um modelo conceitual rico e unificador. Dessa forma, a terapia do esquema é vista como uma evolução da terapia cognitiva.

 

O que são esquemas?

Para Young, os esquemas são chamados de “esquemas iniciais desadaptativos” por serem padrões emocionais, cognitivos e comportamentais iniciados em nosso desenvolvimento desde a infância e se repetem ao longo da vida, influenciando o paciente e trazendo uma série de prejuízos em vários contextos.

Todos os pensamentos, comportamentos, sentimentos e experiências de vida relevantes para os esquemas o tornam mais elaborado e reforçado, perpetuando-o ao longo da vida, sendo que a sua natureza disfuncional torna-se mais evidente na vida adulta, na interação com as outras pessoas.

Os esquemas são desenvolvidos quando as necessidades emocionais não são satisfeitas na infância. Toda criança precisa de vínculo seguro com os outros, autonomia, liberdade de expressão, espontaneidade e limites/autocontrole. Quando essa necessidade não é suficiente, o esquema se origina.

Além disso, há dois fatores que favorecem a origem dos esquemas: o temperamento e a presença de experiências precoces na vida da criança, como ambiente familiar instável, pouco afeto e maus tratos, por exemplo.

Os esquemas são agrupados em cinco domínios:

  1. desconexão e rejeição (ligado ao sentimento de frustração com relação às expectativas de segurança, estabilidade, carinho e empatia)

  2. autonomia e desempenho prejudicados (dificuldade em ser autônomo e independente)

  3. limites prejudicados (deficiência nos limites internos, pela ausência de responsabilidade com os demais

  4. direcionamento para o outro (foco excessivo para os desejos e sentimentos dos outros, em função da constante busca de obtenção de amor

  5. supervigilância e inibição (bloqueio da felicidade, auto-expressão, relaxamento. As regras são rígidas sobre desempenho).

 

Esquemas presentes em cada domínio

Existem três estilos de enfrentamento desses esquemas, a resignação, evitação e supercompensação. Na resignação, os pacientes consentem com o esquema, que são reforçados havendo uma repetição do comportamento autoderrotista na vida adulta.

Já na evitação, o paciente tenta viver sem consciência dos seus esquemas, como se ele não existisse. Já na supercompensação, os pacientes lutam contra o esquema, comportando-se e relacionando-se como se o oposto do esquema fosse verdadeiro.

Exemplo: no esquema de abandono, os pacientes resignados escolhem parceiros que não assumem compromissos. Já a evitação é quando o paciente evita qualquer tipo de relacionamento íntimo.

Se o paciente supercompensa o esquema, ele se comporta de modo a “sufocar” o parceiro, para aumentar a chance de ser abandonado e assim, confirmar tal esquema.

 

Quais são os objetivos e funcionamento da terapia do esquema?

A readaptação dos esquemas é o objetivo final da terapia e envolve a mudança comportamental, à medida que os pacientes aprendem padrões comportamentais mais adaptativos e suprem as suas necessidades centrais.

Para isso o terapeuta avalia quais esquemas são mais ativados pelo paciente, as estratégias de enfrentamento mais utilizadas ao longo da vida, psicoeducação dos esquemas e utilização de técnicas cognitivas, vivenciais e comportamentais.

 

Quando procurar?

A terapia do esquema é indicada para pacientes com transtornos psicológicos crônicos, transtornos de personalidade, pacientes resistentes ao tratamento, pacientes com problemas difíceis de tratar ou com muitas recaídas de ansiedade e depressão.

 

Qual é o papel do psicólogo terapeuta?

Ajudar o paciente a obter suas necessidades emocionais atendidas de maneira adaptativa, através da mudança de esquemas, estilo de enfrentamento e modos.

Vale ressaltar a principal diferença entre as terapias cognitivas tradicionais e a terapia do esquema: a terapia do esquema coloca mais ênfase no vínculo terapeuta-paciente.

A aliança terapêutica é utilizada como instrumento terapêutico na medida em que o terapeuta reparentaliza o paciente e participa ativamente das técnicas vivenciais, que requer confiança do paciente em relação ao terapeuta.

 

TERAPIA da aceitação e compromisso - act

A ACT é uma Terapia da Prática cognitiva-comportamental da terceira onda ou geração, que tem como pilar central a Prática da Atenção Plena ou Mindfulness. O objetivo da ACT é maximizar o potencial para uma vida plena e rica e com sentido.

ACT (que é como uma palavra "ACT", não tem como iniciar ACT, tem como objetivo ensinar a seus clientes o seguinte: 

 

a) ensinar as habilidades psicológicas para lidar com os pensamentos e sentimentos dolorosos de forma eficaz - de forma que elas se tornem mais duras e impactem sobre você (essas são denominadas como habilidades de mindfulness do tratamento;

 

b) ajudar-se a esclarecer o que é importante e significativo para o cliente - ou seja, os seus valores (uma pessoa que ele gosta de ser no mundo real) - e, em seguida, usar esse conhecimento para orientar, inspirar e motivá-lo uma mudança sua vida para melhor.

 

 

O que acontece durante um Terapia?

 

Para começar, seu terapeuta irá se sobrepor ao seu histórico e como você está se preparando atualmente. Ele irá trabalhar com você na identificação de áreas problemáticas e de acordo com as áreas de sua preferência. Você vai aprender a fazer o sentido dos seus problemas dividindo-os em áreas menores, de modo que eles possam estar conectados e como eles são afetados.

 

A formação de seus pensamentos, sentimentos e sensações está relacionada com pensamentos, sentimentos e sensações. Você vai aprender a estar atento de vida quando está voltando a pensar em um contexto da sua vida, e como responder de forma mais positiva à situação independente dos pensamentos ou sentimentos que estão presentes na situação. Você pode ter uma mudança de comportamento que pode ser capaz de se sentir melhor e se encontrar como pessoa.

 

Você pode ser convidado a escrever um dia para você. This will help-to the language patterns of mindings, emotions, sensactions actions and actions, and ver of the behavioured egypt behaviors, the mind-to-being-sem-ser-seu-bem-estar.

 

Seu terapeuta geralmente o é permitir que algumas tarefas entre sessões. Você pode incluir o material de leitura, exercícios, uma aula de autopercepção de si mesmo, durante um período de sessões, durante um período de sessões, e uma sessão importante para você, que pode ser evocada por causa de pensamentos, sentimentos e sensações como ruínas.

 

A Terapia de Aceitação e Aproximação (ACT) tem o objetivo de fornecer o conhecimento e habilidades para melhorar sua qualidade de vida. Uma vez que a terapia tenha terminado, você será capaz de praticar o que você realmente quiser e continuar seu próprio terapeuta.

 

Quando iniciar o tratamento?

 

O debate pode ser desafiador e você deve estar disposto a relacionar-se com os seus pensamentos e sentimentos em uma forma diferente, para que você seja capaz de participar de uma vida que seja realmente uma pessoa diferente de seus pensamentos, sentimentos e sentimentos que você experimenta. É importante que esteja aberta, o melhor em cada momento, seja uma experiência de cada vez que surgir. The success of Terapia de Aceitation and Compromisso the ACCESSO CONCEPT WITH CONDENSATION OF ASSOCIATION AND HABITTLE WITH TODO ESTA PROCESSO.

Texto:

Vitor Friary

Mestre em Terapia Cognitivo-Comportamental (Universidade Metropolitana de Londres)

Especialista em Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT)

Pesquisador no Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro

 

TERAPIA COMPORTAMENTAL DIALÉTICA-DBT

(Formato individual)

A Terapia Comportamental Dialética (DBT) foi desenvolvida ao longo da década de 1970 pela PhD. Marsha Linehan e direcionada para o tratamento de pacientes com comportamentos auto lesivos sem intencionalidade suicida (CASIS) e suicidas crônicos. Ao longo do seu trabalho, a PhD. Linehan percebeu que a maior parte da sua população de pacientes fechava critérios diagnósticos para o Transtorno da Personalidade Borderline (TPB). Dessa forma, ela resolveu estudar a efetividade desse tratamento para essa população de pacientes e acabou por evidenciar não só que a Terapia Comportamental Dialética (DBT) é efetiva, mas que é a abordagem com maior efetividade existente até o momento para esses pacientes. 

A DBT é uma abordagem de tratamento que engloba três pilares fundamentais: 1) A mudança através da análise do comportamento (a qual coloca que os nossos comportamentos são selecionados a partir das consequências que eles produzem; 2) A aceitação radical de quem de fato somos, das nossas histórias de vida e da nossa realidade atual sem tirar nem colocar nada. Esse ponto não se refere a ideia de se conformar com as coisas, pois isso não é aceitação, mas sim o de poder ativamente escolher aceitar as coisas como são para que assim possam-se dar os passos necessários para a busca de uma vida que valha a pena ser vivida; 3) A busca do equilíbrio entre aceitação e mudança. 

O processo terapêutico configura-se em duas linhas gerais de objetivos centrais construídos com o paciente: os comportamentos que necessitam ser reduzidos (comportamentos de risco de vida, que interfiram na terapia, que interfiram na qualidade de vida, comportamentos que atrapalhem o paciente e que sejam decorrentes de aspectos traumáticos ou de outras problemáticas de vida que o paciente possa ter, que interfiram no auto respeito e que interfiram no senso de realização pessoal) e os que necessitam ser aumentados (habilidades de consciência plena – mindfulness -, de efetividade interpessoal, de regulação emocional e de tolerância ao mal estar). 

Fonte: http://www.vincularpsicologia.com.br/dbt

 

autismo

Por Psic. Fernanda Cerutti Machado CRP-12/10272

 

Atualmente a Terapia Cognitivo- Comportamental (TCC) é a terapia mais indicada para o tratamento do espectro autista. Mas por quê?

Esta forma de terapia tem como prerrogativa o trabalho com o aqui- e- agora, sem perder de vista todo o histórico do indivíduo, ou seja, o desenvolvimento na primeira infância, histórico familiar, traumas, experiências evolutivas positivas e negativas, educação, história de trabalho e influências sociais. Além disso, a TCC utiliza-se de objetivos como forma de organização do processo terapêutico buscando resultados e alívio do sofrimento o quanto antes possível.

Ao falar-se em TCC com crianças, adolescentes e adultos com o Espectro Autista, alguns aspectos são trabalhados comumente como: Ajudar a criança a reconhecer seus sentimentos e regular suas emoções, controlar a ansiedade, reduzir a impulsividade e melhorar seu comportamento social. Além disso, busca-se reduzir comportamentos repetitivos e estereotipados, controlar a raiva e ensinar habilidades sociais.

Outro aspecto que o terapeuta cognitivo- comportamental dedica-se é o processo de psicoeducação familiar e escolar a respeito do transtorno, e ainda, a promoção de ações conjuntas para que se obtenha as modificações comportamentais.